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terça-feira, 24 de março de 2009



Os historiadores mostram a descoberta destas terras, com os primeiros habitantes, presumivelmente, os índios Pegas (ou Degas), Coyacus e Cariris, nos fins do século XVII. As bandeiras do governo Geral, capitães Paulistas, matavam os índios requerendo sesmarias de três léguas de comprimentos por uma de largura. Eram eles, os Garcia D'Ávila, Rocha Pita e os Oliveira Ledo que povoaram principalmente a região do rio Piranhas.

A história registra, no entanto a presença de habitantes e fazendas de gado desde 1700, quando Dona Clara Espínola, o Conde Alvor, Manoel da Cruz, Bartolomeu Barbosa requerendo a sesmaria de três léguas para cada um entre os providos de Poty e Riacho dos Porcos e do meio, o governo de então concede a Dona Clara Espínola e Bento Araújo, terras no sertão de Piranhas e Riacho Agon ou Ogon.

Em 1717, Dona Clara solicita mais três léguas atingindo a corrente fértil, tendo início da colonização desde 1769.

Em 1754, Francisco da Rocha Oliveira, descendente de Teodósio de Oliveira Ledo, chega à região, estabelecendo-se as margens do riacho Agon.

O Tenente Coronel Francisco da Rocha Oliveira e sua esposa Dona Brásida Maria da Silva, iniciaram aqui as primeiras edificações, no ano de 1774, com a construção de uma capela erigida em honra de Nossa Senhora do Rosário.

O território compreendia uma extensão de aproximadamente 5.400 km. E como aconteceu em quase todas as cidades e povoações nordestinas que surgiram, o seu início se deu às margens de riachos e nascentes ou subsolos que apresentavam condições favoráveis para o abastecimento d'água. Com Catolé não foi diferente, o seu início foi às margens do Riacho Agon ou Ogon ou ainda Yagô, onde havia água farta mesmo nos anos de estiagem.

Logo após a sua chegada, o tenente tratou de explorar a parte de terra que lhe cabia, organizando plantações, construindo fazendas para criação de gado, construindo casas residenciais, fazendas de gado como também a construção de uma capela no local onde hoje é a Avenida Américo Maia, próximo ao Banco do Nordeste, denominada Capela do Rosário. Anos depois a capela do Rosário foi demolida para a abertura de novas avenidas, e construída a Igreja matriz, sob a invocação de Nossa Senhora dos Remédios.

O município conta com uma capela no sítio de Conceição, sendo a padroeira Nossa Senhora da Conceição, segundo os historiadores, foi a 1ª capela construída no município.

Após a construção da igreja de Nossa Senhora do Rosário, em fins do século XVIII, o lugar teve um surto de desenvolvimento, com o surgimento de algumas construções que marcaram a época como: o prédio da Coletoria Estadual, um sobrado com a fachada revestida de azulejos trazidos de Portugal, o prédio da Intendência a antiga Prefeitura, onde hoje funciona o Projeto Arte de Viver, o sobrado de Américo Maia onde funciona dois Cartórios e a Rádio Panorama FM, o sobrado Coronel Valdivino Lobo, já demolido, a Casa de Caridade, depois Colégio Leão XIII, atualmente Centro de Catequese e Pastoral.

A toponímia Catolé do Rocha deve-se a abundância de uma palmeira nativa, de nome Coco Catolé, e Rocha, uma homenagem ao seu fundador que tinha sobrenome Rocha. Alguns historiadores, afirmam também, ser costume de se referir a uma localidade, utilizando o nome de seu dono, acreditam também, por haver outra localidade com o nome de Catolé, costumeiramente se referiam a "Catolé dos Rochas" por pertencer ao Tenente Francisco da Rocha.

A autonomia administrativa de Catolé do Rocha começa a se concretizar em 1835 quando o então governador Manoel Maria Carneiro, presidente da província da Paraíba, através da Lei Provincial nº. 5 de 26 de maio de 1835, cria a Vila Federal de Catolé do Rocha.

Em 1935, 100 anos depois, Catolé do Rocha, ganha a sua almejada Independência administrativa pelo Decreto de 21 de janeiro de 1935, é elevada a categoria de cidade.

No ano de 2008 ao completar 173 anos de existência e 73 anos Emancipação Política nossa cidade, apesar das intempéries do tempo e das dificuldades inerentes do seu próprio meio, ressurge a cada dia, na vontade imorredoura da tenacidade de seus filhos que buscam na realização de seus sonhos individuais a concretização de uma cidade mais humana.

Evolução Política

História Política de Catolé do Rocha – PB - Período – 1895 a 1996

I – Na Primeira Monarquia - 1822 - 1831.
Até a data da emancipação política de Catolé do Rocha, este município era apenas uma povoação pertencente ao município de Pombal.
Isto não impediu que seus habitantes mostrassem espírito de rebeldia e desejo de emancipação política, não só para o município, como para a formação do Nordeste brasileiro de um país independente.
Foi o que aconteceu nas Revoluções de 1817 e 1824 conhecidas esta como, Confederação do Equador.
Foi bem acentuada a participação ativa de dois líderes Catoleenses nessa movimentação – Francisco Alves Maia (II) e Manoel Alves Ferreira Maia. O primeiro, por motivos políticos, foi assassinado em sua residência na Fazenda Curralinho. (Ver pormenores no Capítulo A Confederação do Equador).
Após a emancipação política de Catolé do Rocha (25.05.1835) não havia ainda a figura de Prefeito Municipal.

II – Segunda Monarquia - 1840 – 1889
Prevaleceu durante todo o período monárquico até os primeiros anos da República a legislação que determinava ser o Executivo Municipal exercido pelo presidente do Conselho ou Câmara Municipal, com eleição indireta.
Nesse período não sabemos ao certo quais foram os presidentes do Conselho, sabendo-se, porém que Manoel Alves Maia (o poeta) filho do revolucionário de 24, Manoel Alves Ferreira Maia fez parte ativa do Conselho ou Câmara Municipal, presumindo-se que tenha sido o primeiro membro da família Maia a ocupar a Chefia do Executivo Municipal.

III – Na República - 1889 – 1895
Na Paraíba, através da Lei Estadual Nº. 27, de 02.03.1895, no Governo Álvaro Machado, foi estabelecida a norma de nomeação dos Prefeitos Municipais pelo Governador do Estado.

Prefeitos Nomeados - 1895 - 1936.

1 ) Adolfo Alves Fernandes Maia – 1895 – 1897
Era ele neto do revolucionário Francisco Alves Maia (II). Foi indicado por seu primo Valdevino Lobo Ferreira Maia, então chefe Político nos municípios de Catolé do Rocha e Brejo do Cruz.
2 ) Valdevino Lobo Ferreira Maia – 1898 – 1903
Valdevino Lobo Ferreira Maia exercia o mandato de Deputado Estadual, acumulando o cargo de Prefeito do Município.
3 ) Francisco das Chagas Fonseca – 1903 - 1907
Aliado ao Deputado Valdevino Lobo Maia, foi por ele indicado para responder pelo expediente da Prefeitura, tendo em vista que temporariamente, a Lei que autorizava a nomeação de Prefeito tinha sido abolida.
4 ) Benevenuto Gonçalves da costa – 1907 - 1927
Indicado por Francisco Hermenegildo Maia de Vasconcelos – Cel. Maia, aderiu à orientação política de Valdevino Lobo Maia. Tendo Falecido, foi substituído pelo vice-prefeito.
5 ) Hermínio Hermenegildo Maia de Vasconcelos - 1927
Era ele filho do Cel. Maia.
6 ) Antônio Suassuna - 19/04/1927 à 06/07/1929
Era irmão do então Presidente do Estado João Suassuna, adversário da Família Maia.
7) Manoel Vieira de Freitas - 06/07/1929 à 03/03/1930
Natural de Alexandria – RN foi nomeado pela influência Política de João Suassuna, antes do seu rompimento com João Pessoa, que Governava o Estado a partir de 1928.
8 ) Américo Maia de Vasconcelos - 03/03/1930 à 24/12/1934
Era neto e filho adotivo de Francisco Hermenegildo Maia de Vasconcelos, Permaneceu como Prefeito até o dia 24 de dezembro de 1934, quando renunciou para candidatar-se a Deputado Estadual.

Notas

1 ) Consta na notícia da visita do Presidente da Paraíba, Luiz Antônio da Silva Nunes,que, fez ao interior do Estado,no dia 04 de outubro de 1860 foi recebida festivamente na vila de Catolé do Rocha,sendo recepcionado principalmente pelos conselheiros,entre eles Manoel Alves Ferreira Maia ( II ), conhecido por o Poeta.
Manuel Alves Ferreira Maia (II) era tio e sogro de Francisco Hermenegildo Maia de Vasconcelos que teve atuação destacada na política daquele município.
Ver “Viagem através da Província da Paraíba”, Wilson Sexas, 1985, pág.89.
2 )Informação do historiador Deusdedit Leitão, baseado no Almanaque da Paraíba de 1898.
9 ) Bel. João Sérgio Maia - 02/01/1935 - 01/01/1936
Filho de Sérgio Maia de Vasconcelos, neto do Cel. Maia. Foi o último dos Prefeitos nomeados nesse período, transmitindo o cargo ao seu substituto eleito em 09/09/1936.
10) Dr. Natanael Maia Filho (Dr. Ioiô)
Era genro e parente de Sérgio Maia de Vasconcelos, casado com Luzia Maia. Assumiu a Prefeitura em 1º de Janeiro de 1936.

IV - Período Discricionário - Estado Novo - 1937 - 1946

No início do regime discricionário, tendo sido nomeado Interventor Federal, Argemiro de Figueiredo, foi mantido na Prefeitura, sem solução de continuidade Natanael Maia Filho. No dia 30 de Julho de 1940 Natanael Maia pede exoneração.
Foi nomeado Interventor Federal Ruy Carneiro, adversário da família Maia, 16/08/1940 à 15/07/1945, seguindo-se uma série de Prefeitos nomeados.
11) Aristeu Formiga (Misinho) - 03/09/1940 à 28/12/1943
Ele natural de Pombal - PB.
12) Bel. Eugênio Luiz de Oliveira - 28/12/1943 à 05/12/1944
Ele natural João Pessoa – PB
13) Manuel Emídio de Sousa - 15/12/1944 à 30/07/1945
Ele natural de Alexandria – RN
Deposição do Ditador Getúlio Vargas - 29/10/1945 – Interventor Samuel Duarte até 06 de novembro de 1945.
Assumiu o Governo Federal o Ministro José Linhares – Nomeado Interventor o Presidente do Tribunal de Justiça do Estado Severino Montenegro, 16/11/1945 à 13/02/1946. Foi nomeado prefeito de Catolé do Rocha – PB
14) Dr. Antônio Ferreira da Nóbrega
Cunhado de João Agripino (III) Filho, 22/11/1945 à 02/12/1945, quando foi exonerado para que presidisse as eleições do dia 03 de dezembro o juiz de direito da comarca.
15) Dr. José Demétrio de Albuquerque e Silva - 02/12/1945 à 04/12/1945
Tendo reassumido a Prefeitura o médico Antônio Ferreira da Nóbrega.
O presidente Eurico Gaspar Dutra assume o governo Federal a 31/01/1946.
Foi nomeado Interventor Federal o Bel. Odon Bezerra Cavalcante – 13/02/1945 à 20/08/1945.
16) Dr. Bernardino Soares Barbosa (Dr. Sandí) - 19/02/1946 à 18/11/1946, PSD.
Foi Nomeado Interventor Federal José Gomes 28/08/1945 à 06/03/1945.
17) Jurandi Rodrigues Barroso - 14/12/1946 à 13/02/1947, PSD.
O Governador eleito Oswaldo Trigueiro de Albuquerque Melo, toma posse 28/01/1945.
18) Otávio Olímpio Maia
Funcionário do físico estadual, neto do Cel. Maia 07/03/1947 à 31/10/1947.

Prefeitos Eleitos

19) Francisco Rosado Maia - 02/11/1947 a 1951
É filho de Francisco Sérgio Maia, neto de Sérgio Maia de Vasconcelos que o indicou candidato.
Foi eleito Governador do Estado José Américo de Almeida – 31/01/1951.
20) José Sérgio Maia 1952 a 1955
21) Major Osório Olímpio de Queiroga 1956 a 1959
Era genro de Francisco Sérgio Maia e foi indicado por ele como candidato da família Maia.
22) José Sérgio Maia 1960 a 1963
23) Dr. Isauro Rosado Maia 1964 a 1965
Era Filho de Francisco Sérgio Maia. Renunciou em 1965 assumindo o Vice – Prefeito.
24) Arione Maia 1965 a 1968
É filho de Natanael Maia Filho, neto de Sérgio Maia.
25) Benedito Alves Fernandes 1969 à 1972
Foi indicado e apoiado por José Sérgio Maia.
26) José Sérgio Maia 1973 à 1976
27) Dr. Manoel Abrantes Nobre 1977 `a 1982
Foi indicado e apoiado pela família Maia.
28)José Otávio Maia de Vasconcelos 1983 à 1985
Filho do Coronel José Sérgio Maia.
29) Lauro Sérgio Maia de Vasconcelos 1986 à 1988
Vice de José Otávio assumiu a Prefeitura. Ambos filhos de José Sérgio Maia.
30) José Sérgio Maia 1989 à 1992
Faleceu no final do 4º Mandato ( Fal. 09/11/1992 ). Assumiu a Prefeitura o Vice-Prefeito Jessé Rafael de Figueiredo.
31) Jessé Rafael de Figueiredo 11/11/1992 à 01/01/1993
32) Leomar Benício Maia 1993 à 1996
É Trineto de Benício Maia de Vasconcelos, irmão do coronel Francisco Maia, o mesmo na sua administração foi considerado o prefeito que mais trabalhou, na cidade de Catolé do Rocha – PB, em apenas 04 anos de mandato, em toda sua história Política.
33) José Otávio Maia de Vasconcelos 1997 à 2000
Sendo eleito com uma vasta maioria com relação ao seu opositor, onde, mais uma vez decepcionou a população Catoleense.
34) Leomar Benício Maia 2001 à 2004
Foi eleito pela vontade do povo, onde, obteve nas urnas uma grande maioria de votos, quebrando uma oligarquia que já predominava no poder há mais de 60 anos.
35) Leomar Benício Maia 2005 à 29 de Junho de 2007
36) Sinfronio Gonçalves 29 de Junho a 18 de Julho de 2007.
O referido Vereador assumiu como Prefeito Interino indicado pelo Presidente da Câmara de Vereadores e Vereadores atuantes.
37) Leomar Benício Maia 18 de Julho de 2007 a 2008
38) Edvaldo Caetano 01 de Janeiro de 2009 a ....
Símbolos Oficiais

O Então Prefeito Constitucional de Catolé do Rocha – Benedito Alves Fernandes – sancionou o Decreto Lei nº. 353 de 26 de agosto de 1972, que criou os Símbolos Oficiais do Município.
A iniciativa de serem criadas as armas municipais de Catolé do Rocha, foi de Pe. Américo Maia, quando era presidente do Instituto Paraibano de Genealogia e Heráldica.

Histórico da Bandeira de Catolé do Rocha Bandeira Criada pelo Padre Américo Sérgio Maia

A Bandeira foi criada pelo Pe. Américo Sérgio Maia. Ela é o símbolo oficial do município mede 1,50 cm², confeccionando em filete com a seguinte construção:
* Em campo de prata, três palas verdes, sobretudo uma aspa em vermelho carrefadas de cinco vieiras de ouro.
* As três palas de cor verde representam as palmeiras Catolé (cocus butyrosa) coco que dá azeite. As duas aspas em vermelho em forma de X, ou cruz de Santo André, era um antigo instrumento de suplício usado pelos bárbaros para crucificarem os cristãos. Em um desses morreu o apóstolo Santo André, cultuado na Espanha. Este símbolo era adotado pela família Rocha Oliveira em Portugal, com influência hispânica, quando a Península Ibérica era apenas dividida em reinos. Sobre as aspas encontram-se cinco vieiras, que são conchas de moluscos acéfalos, usadas como adorno em muitas representações heráldicas inclusive pela família Rocha-Oliveira.

O Brasão tem cores branca, vermelha, verde e amarela e traz em letras cor de prata sobre listel verde o seguinte Lema: “Saxum Venerandum”, que significa Rocha que é venerada. O seu autor é o professor Victor Hugo Carneiro, residente em Salvador - Ba é atualmente uma das maiores autoridades em heráldica no Brasil.
Hino de Catolé

A letra e música do Hino da nossa cidade são da autoria de Frei Marcelino que traz como tema:

Catolé, terra onde eu Nasci.

Catolé, terra onde eu nasci
Lá, lá, lá...
Lá, lá, lá...

Estribilho
Catolé, terra onde eu nasci
Quero-te, quero-te tanto
Longe de ti vivi

Volto a ti como um pródigo sem teto
Procurando o teu afeto
Oh meu Deus, quanto sofri
Quando bem longe eu pensava em voltar
Olhando o céu azul, eu me punha a soluçar.

Catolé, terra onde eu nasci...

Verdes penachos do corrente acenando à brisa
Fresca ligeira ciciando e soluçando
O rio Agon Cansado de Caminhar
Vai aos Seixos, vai narrando seu destino, seu penar

Catolé, terra onde eu nasci...

Toda cidade sob a concha azul
Dos céus vive à sombra abençoada
Do manto da mãe de Deus.
Quanta saudade senti, que recordação,
Catolé te amo tanto
Não te deixarei mais não.

Curiosidades

O automóvel chegou à Catolé em 1921, adquiriu pelo Coronel Sérgio Maia, que construiu uma estrada carroçável até sua estância denominada Olho D’água.

O primeiro avião a sobrevoar os céus de Catolé foi um teco-teco do Aero Club de Mossoró-RN. Em agosto do mesmo ano foi construído um campo de pouso medindo 100x600 m.

O rádio foi introduzido em 1934,quando um grupo liderado por Otávio de Sá Leitão, reuniu em sociedade e adquiriu um aparelho receptor. Posteriormente, a cidade ganhou uma estação transmissora de telegrafia.

O 4º teatro construído na Paraíba, foi em Catolé do Rocha.

O cinema foi trazido por Alicio Barreto, no ano de 1930, funcionava no Instituto Harry Briault.


A televisão trazida em 1970, na administração de Benedito Alves Fernandes.


O correio chegou em 1915 onde o primeiro agente era Joaquim Florentino Ferreira Maia e o primeiro telegrafista Otávio de Sá Leitão.

·O telefone chegou na administração de Isauro Rosado Maia em 1964


ASPECTOS FISIOGRÁFICOS
Localização
Coordenadas Geográficas
Catolé do Rocha está situada na região do Baixo Sertão do Piranhas a 6º 20' 38" de Latitude Oeste e 37º 44' 48" de Longitude Sul. Sua altitude em relação do nível do mar é de 272 metros.
O município de Catolé do Rocha está situado na zona fisiográfica do Baixo Sertão do Piranhas, que apresenta a mais ampla porção sertaneja do Estado da Paraíba. Encontra-se localizado na micro-região homogênea nº. 153 (Micro-região de Catolé do Rocha). Limita-se ao norte com Almino Afonso (RN) e Patú (RN), leste com Belém do Brejo do Cruz e Brejo do Cruz, sul com Riacho dos Cavalos e Jericó, e, oeste, com João Dias(RN)e Brejo dos Santos. Possui o município de Catolé do Rocha área de 464,2km2 e insere-se na folha Catolé do Rocha (SB. 24-Z-A-III), escala 1:100.000, editada pelo MINTER/SUDENE , em 1982. A sede municipal situa-se a uma altitude de 272 metros em coordenadas geográficas 9.298.598NS E 638.590EW.

A micro-região é constituída dos seguintes municípios: Belém do Brejo do Cruz, Bom Sucesso, Brejo do Cruz, Brejo dos Santos, Catolé do Rocha, Jericó, Riacho dos Cavalos e São Bento.
A sede do município dista da capital do estado 326 km, em linha reta. Liga-se, porém esta através do acesso Catolé do Rocha BR – 230, perfazendo 410 km.


Hidrografia


A área do município é banhada pelos afluentes do rio Piranhas. Os cursos principais de água são: o riacho Agon que corta cidade de Catolé, o Capim Açu, o Picos, o Jenipapeiro dos Porcos, e o de Coroatá.
O município dispõe também de certa quantidade de açudes de pequeno porte.
A pluviometria média anual é de 849,1 (Período do 1911-2005) e, desse total 84,1% concentra-se em 04 meses (FMAM). Os rios e riachos têm pouco poder erosivo, atingindo alguma impetuosidade somente nos seus cursos superiores, de maiores declividades quando descem das partes elevadas.

Águas Superficiais

O município encontra-se inserido nos domínios da bacia hidrográfica do Rio Piranhas, região do Médio Piranhas. Os principais cursos d’água são os riachos: Croata, Marcelino, Jenipapeiro, São José, dos porcos, Picos, Pilar, Santíssima, Capim Açu, São Pedro, Capim, Carnaubinha, Macaíba e o Córrego do Jenipapo. O principal corpo de acumulação é o açude Rabicho. Todos os cursos d’água têm regime de escoamento intermitente e o padrão de drenagem é o dendrítico.

Águas Subterrâneas

O levantamento realizado no município registrou a existência de 83 pontos d’água, sendo 01 poço amazonas, 41 poços escavados e 41 poços tubulares.
A análise dos dados referentes ao cadastramento de pontos d´água executado no município permitiu estabelecer as seguintes conclusões:
A situação atual dos poços tubulares existentes no município é apresentada no quadro a seguir:


Relevo

O Relevo de Catolé do Rocha apresenta uma superfície ondulada, formada por elevações que são parte do Planalto da Borborema, destacando-se as principais serras: Coroatá cuja altitude máxima é de 695 m, São Gonçalo 598m, Três Cabeços 748m, Almas 472m, Monte Tabor 300m. Temos também a serra do Capim Açu, do Moleque, do Prado, da Rajada e Serra Nova.
O Monte Tabor caracteriza-se pela existência de uma capelinha construída no ano de 1910 pelo padre Belisário Dantas Correia de Góis. Este conjunto de serras serve de linha fronteiriça com o Rio Grande do Norte, tanto a oeste como ao Norte, onde destacam-se as serras Pedras Altas 354m e Cajueiro 580m.

Clima

O município de Catolé do Rocha insere-se no Polígono das Secas. Possui clima Bsh-Semi-árido quente com chuvas de verão e, segundo a divisão do Estado da Paraíba em regiões bioclimáticas, possui bioclima 4bTh de seca média com 5 a 7 meses secos. A estação chuvosa ocorre de janeiro a julho, sendo que nesta época as chuvas caem mais nos meses de fevereiro, março e maio o que chamamos de inverno. O clima é caracterizado de clima semi-árido por ser um clima quente e seco.
Fig. Geologia do Município.


Vegetação

A cobertura vegetal é do tipo hiperxerófila, resistente a escassez de água e de porte variável.
Em grande parte da área de Catolé do Rocha, a cobertura vegetal encontra-se bastante devastada, dando lugar ao cultivo de lavouras de subsistência e a pecuária extensiva.

Nos locais onde a vegetação permanece com reserva natural são encontradas espécies como angico e mororó, cumarú, ipê-roxo ou pau-d´arco (nas serras); pereiro, jurema, mufumbo, marmeleiro e xiquexique (nos tabuleiros); oiticica e carnaúba (nos vales dos cursos) e ainda o juazeiro espalhada pelas áreas do município.
Aspectos Demográficos

População e área
A densidade demográfica de Catolé do Rocha é de 50,2 habitantes por quilômetro quadrado. O município apresentou no período de 1980 a 1991, crescimento vegetativo populacional negativo em 0,22% tendo em 1980 uma população de 25.855 habitantes e 25.232 habitantes no ano de 1991, contudo, este quadro reverteu-se com o crescimento da população para 27.548 habitantes, apresentando um crescimento populacional positivo de aproximadamente 8%, até a
ultima contagem realizada pelo IBGE no ano de 2007.
Área territorial de 552,098 km².



14 comentários:

  1. Fiquei em dúvida. A avenida que corta a cidade(5ª foto)não é Américo Maia? No blog diz que é José Américo.

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  3. Gostei de rever minha cidade natal, organizada e bem atraente, qualquer dia lhe farei pessoalmente uma visita. Saudade da minha infância...
    http://otaviocomarte.blogspot.com

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  4. Olá, meu nome é Laurivan de Souza Barros, e-mail laurivanbarros@tjrn.jus.br, moro em Natal - RN, sou funcionário do Tribunal de Justiça - RN. Meu avô paterno(Francisco de Souza Barros) morreu com 100 anos, filho de Catolé do Rocha, morava em Parelhas - RN. Gostaria de descobrir parentes em Catolé do Rocha. Sei apenas que ele tinha um sobrinho que era Diácono da Igreja Católica. Ficaria grato em poder ter notícias de algum parente. Valeu.

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  5. Sobre a familia maia, sou descendente de Gercina Fernades Maia,e minha avó, por questões muitas, não conheceu esta parte da familia. Sei que minha finada bisavó tinha um parente que foi morto por politica e que eles eram tambem conhecidos por Pimentas. Alguem sabe se há ainda descendentes desta grupo?

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    1. Gersina Fernandes Maia? Sou Maia e Pimenta e se você me passar seu mail, e ainda me escrever o nome desse parente que foi morto e ainda os nomes de outros antepassados, posso tentar te ajudar!

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  6. POR FAVOR GOSTARIA MUITO DE CONHECER ESSA CIDADE E RESGATAR A HISTÓRIA DOS MEU AVÓS MATERNOS E ASSIM ,PODER REALIZAR O SONHO DA MINHA MÃE QUE SE AUSENTOU DA CIDADE PARA SOBREVIVER AINDA MUITO JOVEM COM SEIS IRMÃOS MENORES.ME AJUDEM!!SOU FILHA DELA E ESTAMOS EM JOÃO PESSOA.CIRAMSANTOS@HOTMAIL.COM
    A CIDADE É LINDA!!

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  7. A cidade está muito linda. Sai em 72. (Antonio Ascendino Filho).

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  8. Quem estiver editando notícias em relação a história de Catolé do Rocha, se reporte apenas a história da cidade , seja qual for o conteúdo, no social, no desenvolvimento, na política, e não necessita denegrir nenhum candidato, colocando José Otávio Maia como o pior e Leomar Benício como o melhor, pois que todos saibam que , Leomar Benício está inelegível por suas incompetências em sua gestão, e quem determinou essa decisão foi a justiça eleitoral. Muito Obrigado !!!

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  9. Fiquei muito feliz e orgulhosa em ver registrado na história da cidade o nome de meu avô, Alício Barreto, a quem infelizmente não tive o prazer em conhecer, mas por quem tenho grande admiração.

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  10. Há um engano quanto a relefonia em Catolé. Lembro que em 1959 já havia telefone na cidade, movido a manivela e a ligação era através da central que ficava na Praça Sérgio Maia.

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  11. gostei muito de ler sobre catole do roxa pois nasci em catole mais meus pais se separaran e por isso min mudei para sao paulo sou filho de antonio fernandes da silva
    chamomi francisco fernandes da silva

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  12. saudasoes a minha familia que nao conheso em catole espero comtato meu emeio e chaveirostacruz@gmail.com

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